segunda-feira, 3 de novembro de 2008
domingo, 2 de novembro de 2008
Na cama com o Inimigo...

Rio Tâmega:Quercus denuncia o impacto ambiental de mais barragens

domingo, 26 de outubro de 2008
sábado, 18 de outubro de 2008
Tremores de Terra!? Não , obrigado.
Publicada por António Aires
em http://www.aguaplana.blogspot.com/
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Movimento edita jornal

25 de Setembro de 2008
Temos sobre os ombros o futuro de Amarante
Perante as notícias que começaram a circular em meados de 2007, da eminente aprovação pelo Governo, de um denominado “Plano Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico” (PNBEPH), foi geral a rejeição por parte dos amarantinos mais atentos e dos responsáveis políticos locais, em aceitar a inclusão neste Plano da intenção de construir uma barragem em Amarante, na freguesia de Fridão, a apenas seis quilómetros dos limites da cidade e com uma altura prevista de 90 metros.
Essa rejeição está bem expressa na resolução aprovada, por unanimidade, pela Câmara Municipal de Amarante, em 17 de Setembro de 2007, e que publicamos na última página deste jornal, na deliberação da Assembleia Municipal também de Setembro de 2007 e nas tomadas de posição de todas as estruturas locais dos partidos com actividade política regular no nosso concelho.
No âmbito da Assembleia Municipal foi mesmo constituída uma “Comissão de Acompanhamento” com elementos de todos os partidos políticos ali representados.
Contudo, com o avançar do tempo e apesar do andamento de cruzeiro em que rapidamente entrou todo o processo do PNBEPH com concursos públicos e adjudicações, os principais actores da política local, com os quais contávamos para liderar o processo, não deram qualquer sinal de acção concreta no sentido de informar a comunidade sobre a ameaça que pairava sobre Amarante, ou mesmo qualquer indicação de alguma diligência que tivessem encetado para a combater.
Perante a evidência de tal apatia, decidiu um grupo de amarantinos constituir-se em movimento de cidadãos com o objectivo de informar e mobilizar a população contra a intenção do Plano de construir uma barragem em Fridão.
Não querendo substituir-nos aos órgãos da administração pública, aos partidos políticos, ou às associações cívicas concelhias, consideramos, contudo, que o que está em causa é demasiado sério, demasiado importante, demasiado ameaçador para justificar uma pedrada no charco e o agitar das consciências mal informadas ou comprometidas.
Uma das primeiras decisões deste movimento, que reúne semanalmente na sede da Junta de Freguesia de S. Gonçalo, foi criar um meio de interacção com os cidadãos, o que fez em 25 de Março de 2008, tendo optado por criar um sítio na internet, um blogue, que tem por endereço, http://www.poramarantesembarragens.blogspot.com e onde foram sendo colocadas notícias, opiniões, comentários…
Posteriormente, em 28 de Abril de 2008, avançou o movimento com a divulgação de uma petição à Assembleia da República que pode ser assinada na Internet no endereço, http://www.petitiononline.com/PASB2008/petition.html, ou em folhas de subscrição que circulam pela cidade.
A intenção desta petição é a de levar a Assembleia da República a agendar a discussão deste assunto em Plenário o que será conseguido quando se atingir as 4.000 assinaturas. Nesta data o número de assinaturas recolhidas aproxima-se das 3.000.
Mas, tendo consciência de que a internet não chega ainda à maioria da população, decidiu este movimento cívico lançar este jornal que respiga do blogue “Por Amarante sem Barragens” um conjunto de textos que visam fornecer ao leitor mais informação e melhor conhecimento sobre o desenvolvimento da execução do PNBEPH, do projecto de Fridão e do comportamento de alguns dos seus principais actores.
Os textos seleccionados que, por uma questão de disponibilidade de espaço neste jornal, são uma pequena parte do que está na internet, são apresentados pela ordem da sua publicação e o mais próximo possível do formato do blogue.
Partimos do texto de apresentação datado de 25 de Março de 2008 e terminamos este jornal com a notícia da última proposta apresentada pela EDP, para a construção, não de uma, mas sim de duas barragens em Fridão.
Pretendemos com a publicação deste jornal dar mais um contributo para o esclarecimento dos amarantinos visando uma tomada de consciência sobre as suas responsabilidades enquanto meros depositários de um legado sobre o qual lhe serão pedidas contas pelas gerações futuras.






segunda-feira, 13 de outubro de 2008
A barragem de Fridão, outras vozes
Há bem pouco tempo, ficamos a saber que não é uma barragem que se projecta para construção na área da Freguesia de Fridão, mas sim duas barragens!E, se uma barragem incomoda muita gente, duas incomodam muito mais...Com uma ou duas barragens, é seguro que desaparecerão irremediavelmente algumas das mais belas paisagens do Tâmega, no seu curso amarantino!A perda será irreparável!As matas ribeirinhas, onde pontificam os amieiros, os salgueiros, os freixos e outras espécies irão desaparecer, e com elas, as áreas de refúgio e de nidificação de um elevado número de espécies.Não teremos mais o privilégio de nos encantarmos com a beleza do hipericão florido, com a verde exuberância dos fetos-reais, com a nobreza dos buxos selvagens, com o aroma dos mirtos, com o dourado dos lúpulos floridos ou com a esbelta elegância das cavalinhas!Os penedos que nos convidavam à exploração, a um saudável exercício de sobe e desce, onde se abrigam os alhos selvagens floridos, ficarão para sempre sepultados, por milhões de metros cúbicos de água, de qualidade duvidosa.O rio vai calar-se para sempreO alegre cantarolar das águas por entre as pedras, não passará de uma bela recordação para aqueles que um dia, tiveram o privilégio de conhecer o Tâmega como um rio límpido e livre!Algumas das nossas memórias colectivas vão afogar-se!Amarante perde!Perde irremediavelmente o que ajudou a fazer dela, uma das mais belas terras de Portugal!
http://www.aguaplana.blogspot.com
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Duas pontes, dois pesos, duas medidas e silêncios sepulcrais na alameda Teixeira de Pascoaes


Ontem
EDUARDO PINTO
O início da construção da barragem do Tua foi adiado para meados de 2010, um ano depois da data prevista inicialmente. A EDP justifica com a necessidade de introduzir novos elementos no Estudo de Impacte Ambiental.
Os novos dados englobam, entre outros aspectos, informação complementar na área da ecologia e surgem como aditamento àquele processo, cuja fase de consulta pública só já vai ficar concluída até ao final do primeiro trimestre de 2009. Por seu lado, a emissão da Declaração de Impacte Ambiental deverá ocorrer até Julho do mesmo ano.
A EDP já informou os presidentes das câmaras dos concelhos, directa ou indirectamente, abrangidos pelo aproveitamento hidroeléctrico programado para a foz do rio Tua (Alijó, Carrazeda de Ansiães, Mirandela, Murça e Vila Flor).
O adiamento do processo não provocou reacções negativas nos autarcas que apoiam a construção. O presidente do Município de Vila Flor, Artur Pimentel, considera que é "normal", pois "para as coisas serem bem feitas levam o seu tempo a preparar". O edil de Carrazeda de Ansiães, Eugénio de Castro, opina que "os adiamentos nunca são positivos", no entanto, acrescenta, "os fundamentos desta decisão não põe em causa o projecto da barragem, nem o andamento das conversações entre as Câmaras e a EDP".
Por seu turno, o presidente da Câmara de Murça, João Teixeira, até classifica a alteração de datas como uma "medida positiva", pois vem de encontro aos interesses dos municípios envolvidos, que encomendaram um estudo para apurar o modelo de desenvolvimento possível para o vale do Tua, com ou sem barragem.
João Teixeira considera também que o alargamento dos prazos vai permitir elaborar "mais calmamente" o Estudo de Impacte Ambiental e, dessa forma, tomar "uma decisão mais próxima do consenso e que melhor defenda o desenvolvimento integrado do vale".
A definição da cota da albufeira da barragem fica agora adiada para meados do próximo ano, não obstante a dos 170 metros continuar a reunir melhores opiniões, por representar o alagamento de menor área agrícola (vinha e olival), bem como alguns acessos rodoviários. Apesar disso e nesse cenário, os últimos 16 quilómetros da linha ferroviária do Tua ficarão debaixo de água, situação contestada por José Silvano.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Última hora: Afinal o drama tem mais um acto

A EDP propõe-se construir não uma mas duas barragens no rio Tâmega, a poucos quilómetros da cidade de Amarante, com alturas de 102 metros e 30 metros, servindo a mais pequena de contra-embalse e de regularização do caudal do rio, revela o primeiro memorando apresentado à autarquia.
A barragem prevista em Fridão, próximo do campo de tiro, segundo a documentação a que o Marão Online teve acesso, terá 102 metros de altura e um coroamento de 310 metros.
A barragem mais pequena terá um paredão de 30 metros e um coroamento de 130 metros, à cota de 90 metros.
A instalação de grupos reversíveis no escalão principal (Fridão) e o equipamento do escalão de jusante será avaliada na fase de anteprojecto, revela a EDP, cujos técnicos reuniram há dias com o presidente da câmara de Amarante.
O elevado caudal debitado pelo escalão de Fridão – 350 metros cúbicos/segundo – é a justificação da EDP para construir um escalão inferior, que funcionaria como "modulador" do caudal turbinado pela barragem principal.
A solução apresentada pela EDP é bastante superior ao caudal de referência (240 m3/s) para uma central não reversível, que tinha sido estudada pelos técnicos dos gabinetes que elaboraram os estudos preliminares do plano nacional de barragens.
Segunda barragem no Tâmega
junto à ponte do Borralheiro
Segundo o cronograma apresentado pela EDP decorrerá até Junho de 2009 a elaboração dos estudos ambientais, já adjudicados, estando prevista a discussão pública da avaliação ambiental no segundo semestre do próximo ano.
O segundo escalão, a ser construído um pouco a montante da ponte do Borralheiro, vai inundar os terrenos marginais até ao pé da barragem de Fridão.
O NPA (Nível de Pleno Armazenamento) desta segunda barragem é a cota 85, criando uma albufeira total de 4,5 milhões de metros cúbicos.
A área inundada prevista é de 51 hectares.
Além disso, o caudal da Ribeira de Santa Natália será incorporado neste segundo escalão.
Ainda segundo o cronograma da concessionária das barragens, o projecto definitivo – após emissão da declaração de impacte ambiental (DIA) e do RECAPE (Relatório de Conformidade Ambiental do Projecto de Execução) – será elaborado até ao fim de 2011, fase em que serão desenvolvidos os processos de concurso e dos contratos de adjudicação.
A fase de construção do empreendimento desenvolver-se-á entre 2012 e o fim de 2016, data do início de produção eléctrica.

in: Marão Online 22.09.2008
MRPP organiza debate
Um Ministro, um plano, duas retóricas
A visão do Ministro Nunes Correia sobre as vantagens acrescidas das barragens, apesar dos custos ambientais

Recursos hídricos
Ministro do Ambiente exclui transvazes no Plano Nacional de Barragens
2007-10-04 16:58:00 Lusa
O ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia, garantiu hoje que os transvazes “estão arredados das considerações” do Plano Nacional de Barragens, no qual foi dado um “peso muito particular às questões ambientais”.
“Os transvazes não estão previstos e não foram considerados na avaliação sobre o potencial destas barragens”, garantiu.
Segundo o ministro, as barragens “foram analisadas de três formas: o seu potencial hidroeléctrico, componentes sócio-económicas, no quadro das bacias hidrográficas, e não no quadro dos transvazes e, finalmente, as questões ambientais”.
O plano nacional aponta como localizações Padroselos, Vidago, Daivões, Gouvães, Fridão, Foz-Tua, Pinhosão, Girabolhos, Alvito e Almourol. A consulta pública termina em Novembro.
Nunes Correia salienta que, com este plano, não se pretende fazer “business as usual”, mas “inaugurar uma nova abordagem de planeamento hidráulico”, que se prende com a avaliação ambiental das localizações propostas.
Na selecção e análise dos 25 locais com potencial de implantação, Nunes Correia frisou que a questão ambiental foi “decisiva para a escolha”, tendo constituído “o cerne do processo de decisão”.
domingo, 14 de setembro de 2008
Amarante TV entrevista Hugo Silva sobre Fridão
O sitio "Amarante TV" disponibiliza uma entrevista, em três partes, com Hugo Silva, membro deste movimento "Por Amarante Sem Barragens" que pode ver aqui:http://amarante.tv/index_in.html
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
TÂMEGA: Fisgas do Ermelo poderão desaparecer com desvio do rio Olo para barragem de Gouvães - Rui Cortes
A construção de cinco barragens na bacia hidrográfica do Tâmega e de três derivações de cursos de água, incluindo uma no rio Olo, vão afectar seriamente toda a zona envolvente a este rio internacional e o Parque Natural do Alvão, enquanto as célebres cascatas das Fisgas do Ermelo poderão mesmo desaparecer.O alerta é do professor Rui Cortes, docente da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e especialista em estudos ambientais, escrito num artigo publicado há dias no sítio "Esquerda.net", publicação digital do Bloco de Esquerda.
"Este conjunto de [quatro] barragens, mais Fridão, irá mudar completamente o Tâmega e os afluentes mais importantes. E todas as povoações ribeirinhas. O Tâmega desaparecerá como nós o conhecemos, dado que desde a fronteira até Amarante será quase uma longa albufeira com cerca de 150 km de comprimento", refere o especialista no seu artigo.
Rui Cortes tem participado em diversos colóquios realizados por ambientalistas, que se opõem às barragens e, há alguns meses, alertou também a população de Amarante para as consequências ambientais que a construção do aproveitamento de Fridão provocará na cidade.
Fisgas do Ermelo afectadas
Rui Cortes sublinha que o desvio de água do rio Olo – imediatamente a juzante da povoação de Lamas de Olo, em Vila Real, e um pouco antes da cascata de Ermelo, para a albufeira de Gouvães – constitui mais uma ameaça para a região, sobretudo para a cascata "Fisgas do Ermelo".
Terá lugar uma forte diminuição do caudal do Olo devido ao desvio das águas a apenas algumas centenas de metros a montante daquela cascata.

O projecto das quatro barragens da cascata do Tâmega, como é conhecida – Daivões, Gouvães, Padroselos e Alto Tâmega –, foi adjudicado ao grupo espanhol Iberdrola.
Além da derivação do Olo, um canal com 7,8 quilómetros, a albufeira de Gouvães será ainda alimentada pela derivação de mais dois rios Alvadia (canal de 4,4 km) e de Viduedo (3 km).
Com estas afluências à albufeira de Gouvães, a energia produzida naquela barragem em ano médio é estimada em 153 GWh/ano.
Uma das maiores
cascatas da Europa
Considerado um "ex-libris" do Parque Natural do Alvão, a cascata Fisgas do Ermelo fica localizada na freguesia de Ermelo, concelho de Mondim de Basto, distrito de Vila Real.
Segundo a descrição, a cascata de Ermelo "é uma das maiores quedas de água de Portugal e uma das maiores da Europa".
Várias enciclopédias assinalam a cascata de Fisgas do Ermelo: "[A água do rio Olo] não se precipita numa vertical absoluta, fá-lo através de uma grande barreira de quartzitos formando um profundo socalco. As suas águas separam as zonas graníticas das zonas xistosas das terras envolventes".
O desnível da cascata estende-se ao longo de 200 metros de extensão "cavados ao longo dos milénios da sua existência pelas as águas calmas mas perseverantes do rio Olo".
O acesso para a cascata de Fisgas do Ermelo pode ser feito pelas estradas florestais que ligam Lamas de Olo à localidade de Ermelo ou a partir de Mondim de Basto e Vila Real através da estrada EN304, junto à aldeia de Ermelo e à ponte sobre o rio Olo.
[Fotos de Philstudio e do ICNB]
Sobre a ameaça que paira sobre o Olo e por consequência sobre Amarante, pode ler outros textos no arquivo do mês de Maio deste blog.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
"Subsídio" da Autoridade Nacional de Protecção Civil para a compreensão da ameaça que paira sobre Amarante


Cheias Induzidas por rotura de Barragens
Em Portugal Continental existem actualmente quase 100 grandes barragens e cerca de 800 de média e pequena dimensão, a grande maioria construída há já umas décadas. Apesar de projectadas e edificadas com toda a segurança, existe sempre algum risco de ocorrer a rotura de uma barragem, quer por colapso da sua estrutura, quer por cedência das fundações.
A rotura de uma barragem induz a jusante uma onda de inundação que pode afectar muitas vidas humanas e causar elevados danos materiais.
A actual legislação Portuguesa sobre segurança de barragens exige que as grandes barragens efectuem uma análise do risco de rotura e obriga os donos das barragens e as entidades governamentais a definirem mapas de inundação (com base em modelos hidrodinâmicos), de modo a permitir a definição de zonas de risco. Exige ainda que possuam planos de emergência, incluindo sistemas de alerta e aviso.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
No You Yube descubra a versão do Rio Tâmega que corresponde à maioria silenciosa.
Ver em http://br.youtube.com/watch?v=rBe7uSptTwE&feature=related
e descubra as diferenças em http://br.youtube.com/watch?v=hzfCJeJ3S90
Foi você que vendeu o rio Ôlo? Mas afinal há ou não há riscos de acidentes tectónicos?
PROGRAMA NACIONAL DE BARRAGENS COM ELEVADO POTENCIAL HIDROELÉCTRICO
Anexo 6
Aproveitamento Hidroeléctrico de GOUVÃES:

segunda-feira, 25 de agosto de 2008
PCTP/MRPP, em comunicado enviado à agência Lusa.
Alerta ainda para os riscos de um "desastre ambiental em larga escala".
"Porque o rio Tâmega para montante de Amarante já apresenta um grau considerável de poluição, perguntamos que saúde e que qualidade de vida vão ter as populações ribeirinhas?", questiona o partido.
"Será que não basta o exemplo do efeito da poluição na albufeira do Torrão, mas que não cerca nem coloca as populações com esse grau de risco?", pergunta também.
Em Abril deste ano, o especialista em estudos de impacte ambiental Rui Cortes disse que a cidade de Amarante corre o risco de sofrer um desastre ambiental, se a barragem de Fridão for transformada em aproveitamento reversível, ficando emparedada entre dois açudes e duas barragens.
O especialista, docente na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), explicou que esse risco decorre da elevada poluição do rio Tâmega.
O Governo aprovou no início de Dezembro do ano passado o Programa Nacional de Barragens, que contempla a construção de 10 novas centrais hidroeléctricas, incluindo cinco na bacia hidográfica do Rio Tâmega a montante de Amarante.


segunda-feira, 18 de agosto de 2008
SEPARAR AS ÁGUAS (ou algas?)
Como S.Tomé, ver para crer


E muitas coisas terão passado de moda, tais como um rio limpo, ou estas rodas que por lá vimos à margem do caminho.

Quando temos uma piscina das ondas, tal como a vimos reflectida no rio
A MENOS QUE OPTE, COMO OS POLÍTICOS DA NOSSA PRAÇA, POR NÃO FAZER ONDAS.



POR ESTE ANDAR, DA MESMA FORMA QUE JÁ POUCOS SE LEMBRAM DO RIO TÂMEGA ANTES DA ALBUFEIRA DO TORRÃO, É MAIS QUE PROVÁVEL QUE, DENTRO DE UMA GERAÇÃO, AMARANTE JÁ TENHA CAÍDO EM DESUSO.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Um parecer jurídico em 15 dias ou para as calendas gregas...?

(…)
"Posta à votação, a mesma foi aprovada, com os votos a favor dos proponentes (PSD), membros do Movimento Amar Amarante e do Sr. Vereador Engº. Carlos Silva. - Votaram contra o Sr. Presidente e a Srª. Vice-Presidente, invocando os mesmos motivos aquando da justificação de voto relativamente à admissibilidade da proposta apresentada pelo Sr. Vereador Engº. Carlos Silva"


TRANSVERSALIDADE

sábado, 9 de agosto de 2008
FOI VOCÊ QUE PEDIU UMA ALBUFEIRA EM FRIDÃO? DIREI: É DESTA ÁGUA QUE BEBEREI!






Esta última imagem do espaço verde em que a Albufeira do Torrão se transformou, constitui um prenúncio da mais valia da Albufeira de Fridão, no dizer dos pregoeiros do costume, e pretende ser uma alegoria de Amarante a afundar-se com os políticos locais metidos nas encolhas, e a maioria cada vez mais silenciosa.O fotógrafo de serviço
A Freitas




